CAOS EM HOSPITAL DO DF


Rafael Prudente faz vistoria no Hospital de Brazlândia

O deputado Rafael Prudente do PMDB, fez uma vistoria no Hospital Regional de Brazlândia e encontrou uma situação de caos e desespero dos pacientes. A espera por atendimento no Pronto Socorro chega a 12 horas. Muitos pacientes desistem e retornam para casa sem atendimento.

O deputado relatou que as condições de higiene na emergência são precárias. O filtro de água disponibilizado para os pacientes está coberto de sujeira e vários fios elétricos estão expostos colocando em risco as pessoas que circulam pelo local.

“Quando entrei no Hospital me deparei com mais problemas. Nos corredores dezenas de pessoas deitadas em macas e algumas sentadas no chão. Estava difícil até andar pelo corredor. Não existe sala de repouso para os pacientes”, disse.

De acordo com Rafael Prudente apenas dois médicos estavam de plantão e se revezavam para atender os pacientes no Pronto Socorro, nos Boxes de Emergência e na Enfermaria.

Na radiologia apenas uma máquina de raio X funciona e mesmo assim de maneira precária. A reveladora está quebrada há mais de dois meses. Todo material tem que levado para o hospital de Ceilândia para se obter o resultado do exame.

“Num dos corredores encontrei equipamentos para o banco de leite do hospital dividindo espaço com os pacientes. Eles estão encaixotados há mais de dois anos porque não tem espaço adequado para instalá-los”.

O deputado relatou que o Hospital tem apenas cinco respiradores automáticos, equipamentos usados para auxiliar na respiração dos pacientes nos boxes de emergência. Três estão quebrados e dois estão encostados no corredor com o seguinte aviso: “Não usar, válvula expiratória danificada”.

“Os médicos e enfermeiros estão auxiliando a respiração dos pacientes manualmente. Isto é um absurso!”, reclamou Rafael Prudente.

O parlamentar fez um relatório sobre a situação do Hospital e encaminhou para a CPI da Câmara Legislativa que investiga o setor de saúde, para o Tribunal de Contas do DF, para o Ministério Público e para a secretaria de Saúde.

“Se o governo não quiser realizar obra, não precisa, se o governo não quiser contratar professor, também não precisa, mas com saúde pública não se brinca. O secretário de saúde tem que levar mais a sério o problema da saúde no DF e contratar mais médicos para atender a população”, reclamou

Rafael Prudente destacou que já destinou mais de 60% de suas emendas no orçamento de 2016 para a área de saúde.

Da Redação | Fotos Divulgação
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