Farmacêuticos oferecem orientação


Farmacêuticos oferecem orientação sobre o uso de medicamentos na CLDF

Reduzir pela metade, em um prazo de cinco anos, os danos graves e evitáveis associados ao uso de medicamentos é o desafio proposto pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e aceito pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF). Uma das frentes da ação – a orientação sobre o uso correto de remédios – acontece ao longo desta terça (2) e quarta-feira (3) na Câmara Legislativa do Distrito Federal, por ocasião do Dia Nacional do Uso Racional de Medicamentos, comemorado em 5 de maio.

Um grupo de farmacêuticos está prestando o serviço, gratuitamente, aos servidores e visitantes da Casa nestes dois dias. Além de oferecerem informações sobre como utilizar as medicações – interações com alimentos e outros remédios, reações, frequência, entre outras – os profissionais estão aferindo a pressão arterial, realizando testes de glicemia e medindo a capacidade pulmonar.

O objetivo principal, contudo, é a orientação sobre o uso de fármacos. Por isso, eles pedem que os interessados apresentem os remédios que costumam usar e suas receitas, se houver. “Uma conversa com o farmacêutico é muito esclarecedora e pode evitar uma série de complicações”, explica Thaís Teles, que participa do evento na CLDF. Além disso, ela lembra: “Os farmacêuticos podem auxiliar na escolha dos remédios mais adequados, pois são autorizados a prescrever os que não exigem receita médica”.

Descarte – Outro problema que o Conselho de Farmácia quer combater é o descarte incorreto de medicamentos. Enquanto aguarda a regulamentação da lei sobre o destino adequado desses resíduos, sejam vencidos ou que sobram de tratamentos, o CFF indica locais de coleta, a exemplo de farmácias, postos de saúde e hospitais, os quais podem ser encontrados por meio do site www.descarteconsciente.com.br.

Durante o evento na Câmara, vai estar disponível uma máquina para recolher remédios a serem descartados. O conselho observa que o simples ato de depositá-los no lixo comum ou na rede de esgoto pode contaminar o lençol freático, e o medicamento pode acabar retornando por meio da água ou de alimentos.

Da Redação | Foto Rinaldo Morelli/CLDF
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