SÍNDROME DE DOWN E AUTISMO


Farmacotécnica lança livro gratuito sobre alimentação e suplementação na Síndrome de Down e Autismo

Nos últimos 40 anos, tem-se observado um aumento do número de Síndrome de Down em crianças nascidas de mulheres jovens, bem como um aumento, em 10 vezes, de casos de crianças diagnosticadas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). No Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde, a cada 600 / 800 nascimentos, uma criança tem síndrome de Down, resultante da trissomia do cromossomo 21 – independentemente de etnia, gênero ou classe social. Quanto ao TEA, estima-se que o país possua cerca de dois milhões de autistas, atualmente.

Buscando o bem estar de ambos os públicos, a Farmacotécnica investe em um projeto de compartilhamento de pesquisas beneficiadas pelo avanço da genômica nutricional – ciência que estuda a relação entre o genoma (conjunto de todas as moléculas de DNA), nutrição e saúde. A ideia é sugerir uma alimentação direcionada e uma suplementação personalizada para favorecer o desenvolvimento destas crianças. Para isso, a empresa convidou a nutricionista dra Andreia Torres – PHD, especialista em nutrição clínica e funcional, com estágio doutoral na Faculdade de Saúde Pública de Harvard – a escrever o livro Alimentação e Suplementação na Síndrome de Down e Autismo, disponibilizado gratuitamente no site da empresa. “Os estudos vêm demonstrando que a identificação precoce, com as devidas intervenções e cuidados melhoram a qualidade de vida e previne danos futuros a sua saúde”, explica Leandra Sá, assessora técnica da Farmacotécnica, que colaborou com sugestões de formulações para suplementação.

A cada semana dois capítulos são liberados, acompanhados de vídeos e podcasts. Para ter acesso ao material, basta preencher um pequeno cadastro no próprio site. Indicado aos profissionais da saúde, cuidadores e pais, o livro oferece recomendações importantes, durante todo o estágio de evolução desses indivíduos. “O leite materno, por exemplo, é o alimento mais indicado até os seis meses de vida. No entanto, o atraso no desenvolvimento de bebês com Síndrome de Down e as alterações anatômicas ou estruturais (boca pequena, menor produção de saliva, língua protusa, dificuldades de sucção ou deglutição) podem gerar dificuldades de aleitamento entre o nascimento e o terceiro ano de idade. Caso o problema seja dificuldades para sugar o leite, utilizar colher, copo ou sonda para oferecer o alimento é uma boa solução”, orienta a doutora Andreia.

Crianças com trissomia do 21 também apresentam maior prevalência de bruxismo (23%). Esta diferença pode ser explicada pela presença de anomalias que dificultam o fechamento da boca de forma correta, pelo afrouxamento de ligamentos e articulações. Apesar de diminuir com a idade, o hábito involuntário de ranger os dentes acaba provocando um desgaste anômalo de tecidos duros, sendo que a ansiedade e a carência de cálcio, ácido pantotênico (vitamina B5) e magnésio podem piorar os episódios. “Nesses casos, recomenda-se uma dieta com vegetais verde-escuros e sementes, que são ótimas fontes de cálcio e magnésio; e ainda abacate, salmão, frango e gema dos ovos, que contém ácido pantotênico. Crianças que não se alimentam bem precisarão receber suplementação destes nutrientes”, afirma.

A alimentação correta também auxilia a imunidade, fortalecendo o sistema de defesa do organismo. Neste caso, um nutriente chave é o zinco, que exerce importante papel na regulação nervosa, neuroendócrina e autoimune do indivíduo. “Suplementação de zinco pode melhorar a atividade de células do sistema imune (linfócitos, neutrófilos) e reduzir quadros infecciosos. Ficar atento a necessidade desse nutriente, além de melhorar o desenvolvimento, contribui para elevar a qualidade de vida dessas crianças”, conclui Leandra Sá.

Serviço

Livro: Alimentação e suplementação na Síndrome de Down e Autismo
Conteúdo gratuito pelo site www.farmacotecnica.com.br

Da Redação | Foto Divulgação
Sugestões portalaquitem@gmail.com

Anterior CONFIRA AS ESTREIAS DE CINEMA
Próximo ​PROMOÇÃO "A VIAGEM DOS SONHOS"